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Pensamentos Nómadas

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Amnistia Internacional Portugal, mentirosa e incondicional apoiante do terrorismo ocidental (2/3), por Luís Garcia

Parte 2 

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Luís Garcia POLITICA SOCIEDADE  

 

Sobre a troca de mensagens facebook com o director da AI Portugal

 

 Não tenho a totalidade das mensagens enviadas à AI Portugal por facebook, mea culpa, deveria ter feito printscreen da primeira vaga de mensagens que lhes enviei, antes de começar a despejar a segunda vaga de mensagens, até porque na primeira obtive 2 patéticas respostas de quem quer que tenha estado do outro lado teclando. Nessas mensagens, esse alguém (possivelmente o senhor Pedro Neto) convidava-me a ler os artigos do site da AI sobre a Síria, para que eu supostamente pudesse constatar que a AI Portugal "trata todos os temas sobre a Síria". Bonita frase, mas os factos desmentem-na. A AI Portugal não trata de nenhuns temas que referi em comentários (censurados) às suas publicações, nestas mensagens por facebook e nos emails que enviei ao senhor Pedro Neto (ver parte 1). Não, não só nunca me responderam ao "porquê" de não tratarem desses temas como, pior, é por demais fácil provar que não tratam desses temas. Como? Com uma simples pesquisa pela palavra Syria/Síria nos sites da AI em inglês e em português. Querem ver? Ora aqui está:

 

 

E então, encontraram algum artigo sobre estas perguntas que lhes enviei em triplicado ao senhor Pedro Neto:

 

  • ZERO artigos sobre armas químicas de rebeldes
  • ZERO sobre o genocídio de caldeus, assírios e cristãos pelas mãos dos curdos das FDS
  • ZERO sobre as centenas de civis sírios mortos em consequência de ilegais e criminosos  ataques aéreos israelitas e norte-americanos
  • ZERO sobre as imensas vítimas do embargo de comida e medicamentos que a UE impõe à Síria
  • ZERO sobre "rebeldes" terroristas, atirando homossexuais do cimo de prédios
  • ZERO sobre "rebeldes" terroristas decapitando crianças
  • ZERO sobre "rebeldes" terroristas,usando jaulas com mulheres e crianças como escudos-humanos
  • ZERO sobre "rebeldes" terroristas destruindo hospitais com atentados à bomba, inclusive o Hospital de al-Qindi, o maior centro de tratamento de cancro de todo o Médio-Oriente.
  • ZERO sobre "rebeldes" terroristas torturando selvaticamente civis 
  • ZERO sobre "rebeldes" terroristas executando dezenas de soldados sírios feitos prisioneiros de guerra
  • etc

 

Não, não encontram, apesar de haver colecções de provas disponíveis online. Eu disponibilizem-me para fornecer (via email ou com um deslocação pessoal a Lisboa) todas as provas acumuladas, mas o senhor Pedro Neto, director da AI Portugal (embora tenha nascido nos EUA) constatadamente não quer ver provas do terrorismo "rebelde" de bárbaros mercenários ao serviço do terrorismo imperial da terra do Tio Sam que o viu nascer. Temos pena, quem perde credibilidade é ele e a sua organização de propaganda imperial chamada AI Portugal. 

 

Não vou, neste artigo, analisar ou partilhar provas do género às que me refiro acima pois esse trabalho já foi feito inúmeras vezes neste blog. Leia este recente artigo se quiser saber mais, pois nele são partilhadas muitas dezenas de provas, assim como hiperligações para muitas mais provas e fontes de provas:  A RTP, SIC, TVI, CMTV e companhia são apoiantes do terrorismo na Síria!

 

Troca de mensagens facebook com o director da AI Portugal

 

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Exemplo de comentários meus na página facebook da AI Portugal

 

Facebook de Eva Bartlett

Foram muitos os comentários que escrevi em resposta a maniupadoras e orwellianas publicações da AI Portugal nas quais esta organização "humanitária" apelidava vítimas de "criminosos" e criminosos de "vítimas", sempre pronta a defender terroristas da al-Qaeda ou dos White Helmets. Comentei sempre com questões pertinentes que chamavam à atenção das flagrantes incoerências do seu discurso pró-agenda bélica dos EUA, assim como com hiperligações conduzindo a provas daquilo que eu afirmava. A AI Portugal e o senhor Pedro Neto, de forma sistemática, fogem às questões e fecham os olhos aos factos. Parecem ter medo de uma confrontação lógica e racional sustentada em elementos sólidos. Por isso mesmo acabaram por me bloquear, no dia em que cometi a heresia de citar os nomes de Eva BartlettVanessa Beeley num dos meus comentários a uma publicação da página facebook da AI Portugal:

 

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Passando a outro exemplo, aqui fica, primeiro, um "artigo" que me levou a reagir uma vez mais à flagrante propaganda do Império da Guerra (aka EUA) efectuado pela AI Portugal:

 

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E aqui está a minha reacção (a este disparate) com comentários na página de facebook da AI Portugal (pouco antes de me bloquearem definitivamente):

 

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Sinceramente, o senhor Pedro Neto e a sua equipa são contra o cerco militar realizado pelas forças militares de um estado soberano em torno de organizações terroristas internacionais como a al-Nusra (al-Qaeda na Síria), o Jaish al-Islam ou o Ahrar al-Sham que, comprovadamente se encontram em Guta e mantém à força mais de 100.000 civis reféns? Que brincadeira de mau gosto é esta? Desde quando organizações "humanitárias" como a AI fazem apologia de bárbaras organizações de mercenários terroristas? Simples, desde que venderam a alma ao diabo! Porque Eva Bartett já resumiu de forma contundente o que é de facto a Amnistia Internacional, partilho um excerto do seu artigo Como os media mainstream branqueiam a al-Qaeda e os White Helmets na Síria (4/4), abaixo, a cinzento:

 

-Amnistia Internacional, o assim chamado grupo de direitos humanos que, como Tony Cartalucci sublinhou em Agosto de 2012, é o "Departamento de Propaganda do Estado Norte-Americano", e recebe de facto dinheiro de governos e de interesses corporativo-financeiros, incluindo George Soros da Open Society, um "criminoso financeiro condenado":

 

Não são apenas "conspiracionistas como Cartalucci que têm escrito sobre o lado negro da Amnistia Internacional. Ann Wright, que serviu 29 anos como coronel das Forças Armadas e das Reservas dos EUA e 16 como diplomata norte-americana em vários países, incluindo o Afeganistão, e que "renunciou em 2003 em protesto contra a guerra do Iraque", e que "retornou ao Afeganistão entre 2007 e 2010 em missões de recolha de provas", também escreve sobre o tema. A sua co-autora foi Coleen Rowley, "agente especial do FBI durante quase 24 anos", conselheira legal do FBI Field Office em Minneapolis entre 1990 e 2003, e uma denunciante "de algumas das falhas do FBI pré-9/11". Juntas escreveram, em Junho de 2012, sobre "o fascínio da Amnistia Internacional (AI) pelas guerras dos EUA". 

 

Francis Boyle, um professor de direito internacional que chegou a ser membro do quadro norte-americano da AI, escreveu sobre o papel da organização no incitamento à guerra. Em Outubro de 2012, escreveu sobre o belicismo da AI em relação ao Iraque (quando apoiou a estória da morte de bebés em incubadoras inventada pela filha do embaixador do Kuwait), e sobre as suas próprias tentativas de informar a AI de que "esse relatório não deveria ser publicado visto que não estava correcto." Francis Boyle salientou:

"Essa guerra genocida levada a cabo pelos EUA, o Reino Unido e a França, já agora, matou durante os meses de Janeiro e Fevereiro de 1991 pelo menos 200.000 iraquianos, metade dos quais eram civis. A AI terá para sempre o sangue do povo iraquiano nas suas mãos!"

 

As palavras de despedida de Boyle incluem:

"... com base nos meus mais de dezasseis anos de experiência lidando com a AI Londres e a AI USA ao nível mais alto, é para mim claro que ambas as organizações manifestam um padrão consistente e uma prática de seguir as linhas daS políticas estrangeiras dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha e de Israel. ... Efectivamente, a Amnistia Internacional e a AI USA funcionam como ferramentas do imperialismo, do colonialismo e do comportamento genocida dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha e de Israel."

 

(Um obrigado a Eva Bartlett pela sua disponibilidade e autorização para partilhar o seu trabalho em português aqui no Pensamentos Nómadas.)

 

Prova de que a AI Portugal me bloqueou no facebook

 

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 CONTINUA

Luís Garcia, 22.03.2018, Ribamar, Portugal

 

Leia a primeira parte aqui

Leia a terceira parte aqui

 

 
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